terça-feira, 29 de janeiro de 2008

COISAS DA VIDA (XXI)

Fazer algo por quem tem menos
* Sofia Tello Gonçalves (stg15@hotmail.com)
No início de um novo ano, pensamos no que vivemos, ganhámos e perdemos, pensamos em novos projectos, ganhamos novas expectativas, esperamos que seja agora que alcancemos os nossos objectivos. A vida é mesmo assim, o tempo não pára.
Felizmente para a grande maioria dos portugueses, as nossas aspirações não passam pelos desejos de paz, segurança ou eliminação da fome, mas, para muitos, não é necessário estar no Darfur ou na Somália, para sentir medo, insegurança e fome.
Curiosamente, é na época festiva do final de ano, que assistimos a uma maior consciencialização dos nossos deveres em ajudar os outros. Nesta altura, surgem por todos os lados campanhas de solidariedade, peditórios, ofertas de cabazes, uma série de iniciativas que visam ajudar os nossos semelhantes mais desfavorecidos.
Dos trezentos e sessenta e cinco dias anuais verifica-se um significativo apelo à solidariedade de todos, nos últimos trinta e um dias.
E depois? Onde se posiciona a nossa responsabilidade social em ajudar o próximo?
No Carnaval, demasiado ocupados com a folia; na Páscoa, já nem nos lembramos; no Verão, estamos a descansar. Nos restantes dias do ano, demasiado ocupados a trabalhar e embrenhados nas nossas vidas e nos nossos próprios problemas. Não se verifica mais espaço para outros actos de solidariedade, porém, o sofrimento alheio mantém-se em todas as estações, o necessário apenas se encontra nalgumas mesas e as instituições que trabalham em prol dos desfavorecidos, vêem muitas portas fechadas.
Seja através de voluntariado, seja através de donativos (que podem muito bem ser em géneros e não somente monetários), vamos ajudar. Deixo ainda a sugestão de contactarem as instituições que pretendem apoiar, para saberem realmente quais são as suas verdadeiras necessidades.
Vamos, durante este novo ano, pensar em quem tem menos e fazer nossas, as preocupações de todos.

sábado, 12 de janeiro de 2008

COISAS DA VIDA (XX)

Encurtar a distância
* Sofia Tello Gonçalves
O mundo já foi grande, hoje é pequeno. Geograficamente não se registaram alterações significativas em termos de áreas, porém, os meios de comunicação hoje existentes, permitem-nos acordar num ponto do globo e dormir noutro, permitindo ainda fazer uma refeição noutro terceiro.
Os meios de transporte aéreos vieram diminuir a distância. Inicialmente apenas acessível a algumas bolsas – poucas – hoje, andar de avião já se tornou um hábito usual para muitos. Para este facto contribuíram grandemente, as chamadas companhias aéreas low cost (em português baixo custo).
Não pretendo fazer publicidade, mas sim divulgação, uma vez que sou da opinião de que a informação não deverá ficar fechada numa gaveta, inacessível, mas sim, ser disseminada para chegar a todos. Tudo isto para mencionar o nome de duas companhias aéreas low cost (existem já muitas mais), que voam de Portugal para diversos destinos europeus, e que por incrível que pareça, têm tarifas a partir de um (1) €uro. Eu também não acreditava, até visitar estas páginas e tornar-me cliente.
A companhia aérea EASYJET que pode ser consultada em: http://www.easyjet.com/PT/Reservar/index.asp e a RYANAIR para consulta na morada: http://www.ryanair.com/site/PT/.
Esta facilidade de deslocação a custos reduzidos possibilita-nos conhecer um mundo que espera por nós além fronteiras, gastando praticamente o mesmo do que um bilhete de uma viagem de comboio nacional. O truque para obter o preço mais reduzido, consiste em marcar a viagem com a maior antecedência possível. Estas páginas web disponibilizam informação em português, bem como uma listagem de hotéis onde ficar e guias turísticos para o destino pretendido.
Para além da vertente turística, temos perante nós uma ferramenta essencial para nos ajudar a estar mais vezes, na companhia daqueles que amamos. Estes pensamentos, mais presentes em alturas do ano como a que vivemos actualmente, não nos permitem esquecer o quanto importante é, encurtar a distância.